INFÂNCIA (DES) CONECTADA E A PSICOPEDAGOGIA: O USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E O IMPACTO NA APRENDIZAGEM

Autores

  • Rosana Abutakka Vasconcelos dos Anjos Universidade Federal de Mato Grosso
  • Kátia Morosov Alonso Universidade Federal de Mato Grosso
  • Alexandre Martins dos Anjos Universidade Federal de Mato Grosso

Palavras-chave:

Educação Infantil, Tecnologias Digitais, Psicopedagogia

Resumo

Este artigo tem por objetivo identificar e descrever estudos que abordam o uso das tecnologias digitais na educação infantil (fase pré-escolar — 4 e 5 anos) e o seu impacto na aprendizagem. Como aporte metodológico, adotou-se a abordagem qualitativa e o método exploratório descritivo, por meio de coleta e análise de pesquisas efetivadas no entorno acadêmico/científico, com suporte de uma revisão bibliográfica. Por resultado, observou-se a pertinência do uso de tecnologias digitais no contexto da educação infantil, apesar de sua incorporação se constituir moderadamente nessa fase, não há aferições objetivas sobre seu impacto na aprendizagem, mesmo assim congrega elementos significantes de análises para a atuação do psicopedagogo na escola.

Biografia do Autor

Rosana Abutakka Vasconcelos dos Anjos, Universidade Federal de Mato Grosso

Área Educação e Tecnologias - Universidade Federal de Mato Grosso

Referências

AMANTE, L. As Tecnologias Digitais na escola e na Educação Infantil. Pinhais: Melo, 2011.

BRAGA, D. B. Ambientes Digitais – reflexões teóricas e práticas. São Paulo: Cortez, 2013.

BRASIL. LEI Nº 12.796, DE 4 DE ABRIL DE 2013.. Diário Oficial da república Federativa do Brasil. Brasília, DF, 04 abr. 2013. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12796.htm. Acesso em: 04 nov. 2016.

CORBELLINI, S.; REAL, L. M. C.; SILVEIRA, N. Intervenções Psicopedagógicas e Tecnologias Digitais na Contemporaneidade. Disponível em: <http://www.br-ie.org/pub/index.php/wcbie/article/viewFile/7065/4939>. Acesso em: 11 ago. 2017.

FERNÁNDEZ, A. Os Idiomas do Aprendente: Análise das modalidades

ensinantes com famílias, escolas e meios de comunicação. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. p. 23 - 50.

FRÓES, J. R. M. Educação e Informática: A Relação Homem/Máquina e a Questão da Cognição. Disponível em: <http://edu3051.pbworks.com/f/foes+cognicao_aula2.PDF>. Acesso em: 17 nov. 2016.

KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: O novo ritmo da informação. 8. Ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.

LÉVY, P.Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.

MACHADO, F. R.; MOREIRA, H. Cantinho do Notebook: Artefato Computacional é Instrumento de Aprendizagem na sala de educação infantil. Revista Electrónica de Investigación y Docencia. s. l., nº 3, 173-189, jan. 2010. Disponível em: <http://www.ujaen.es/revista/reid/revista/n3/REID3art10.pdf>. Acesso em: 23 jan. 2018.

MANTOVANI, A. M.; SANTOS, B. S. Aplicação das tecnologias digitais virtuais no contexto psicopedagógico. Rev. Psicopedagogia, v. 28, n. 87, p. 293-305, 2011. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoped/v28n87/10.pdf>. Acesso em: 23 jan. 2018.

MASINI, E. F. S. Psicopedagogia na Escola: buscando condições para a aprendizagem significativa. São Paulo: Unimarco, 1993.

MELLO, K.; VICÁRIA, L. Os filhos da era digital: como o uso do computador está transformando a cabeça das crianças – e como protegê-las das ameaças da internet. Revista Época, n. 486, 2008. Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/ Revista/Epoca/0,,EDG78998-6014-486,00-OS+FILHOS+DA+ERA+DIGITAL.html >. Acesso em: 23 jan. 2018 .

PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Artmed, 2000.

PRENSKY, M. Nativos Digitais. NCB University Press, v. 9, n. 5, out. 2001. Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/55575941/Nativos-Digitais-Imigrantes-Digitais-Prensky>. Acesso em: 12 dez 2017.

RUBINSTEIN, E. R. Psicopedagogia: fundamentos para a construção de um estilo. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.

Publicado

2018-03-16